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sábado, 20 de fevereiro de 2010

cenas do filme - Um olhar do paraiso









título original : The Lovely Bones
Direção : Peter Jackson
elenco: Saoirse Ronan,Rachel Weiz, Mark Whalberg, Stanley Tucci e Susan Sarandon.
Baseado no livro de Alice Sebold - Uma vida interrompida- memórias de um anjo assassinado.
resumo: Susie Salmon tem 14 anos quando é assassinada por um vizinho. De um lugar entre o céu e a terra ela observa como sua familia luta para aceitar o fato e continuar em frente.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Sem muito assunto.

Terá a criatividade tirado alguns dias de férias? Poderia até ser verdade dado o volume de refilmagens e continuações no cinema e no mundo literário.

Estava lendo "Os homens que não amavam as mulheres" então me trouxeram um exemplar de Nova York, e will Eisner, comecei a ler também, ambos lentamente. Aí o telejornal fez uma matéria espalhafatosa sobre livros infantis sendo retirados das bibliotecas escolares e dentre eles "O triste fim do Menino Ostra" que estava empoeirando na estante a algum tempo. Li o livro em 15 minutos. Não é infantil mas também não precisava tanto estardalhaço, tem gente que gosta de humor negro, hehe.
Ontem ganhei "O crepúsculo".... seriamente falando acho que terminarei o "os homens que não amavam as mulheres" mais ou menos quando sair o filme.
Que falta de assunto,não?

O meu amiguinho Sammy que parece entediado.... hey Sammy, good boy....

domingo, 5 de abril de 2009

...e eu li a historia que a morte contou.


A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS foi publicado em 2006 pelo australiano Markus Zusak. É uma ficção ambientada na Alemanha da segunda guerra mundial e tem como personagem principal uma menina, Liesel Meminger, que roubou um livro num momento crucial de sua vida . Roubou para marcar aquele momento pois nem sabia ler. O segundo ela roubou por compulsão num momento de dor diferente, onde começava a entender o mundo ao seu redor. Depois roubava para se sentir melhor.Foi quando entendeu o poder da palavra que as suas ´próprias palavra lhe salvaram a vida.
E tudo isso nos é contado pela Morte em pessoa.
A narrativa é envolvente, perspicaz sem ser piegas. Emociona sem apelos.
Fácil de ler e reler.